terça-feira, 19 de junho de 2012

...assim se vive no nosso Concelho!!!!!!!

Fala-se tanto e diz-se tão pouco...

Não tenho dúvidas que grande parte dos fregueses do nosso concelho não leu a a lei nº22/2012 - referente à reorganização administrativa territorial autárquica, é normal que assim seja, mas tenho muitas dúvidas que muitos dos deputados da nossa assembleia municipal o tenha feito, ou pelo menos, que se tenha dado ao trabalho de a interpretar.
Se o tivessem feito não estariam com manobras de diversão, no diz que disse, no que o outro disse e no faz de conta que disse, etc, etc....com o simples pressuposto de fazer passar o tempo! Duvido que haja alguém que não tenha a certeza que nenhum freguês é a favor da extinção ou agregação da sua freguesia, estamos todos loucos! Mas quem é que pode ser a favor de tal coisa.....não percebo....que hajam indivíduos que a única coisa que lhes ocorre dizer perante esta lei é que temos que ouvir a população.....tudo certo, mas têm dúvidas do que pensam as pessoas...GRAVE, MUITO GRAVE, onde vive esta gente?!?!
Pois essa questão nem se põe, todos somos a favor da não extinção/agregação de freguesias, agora perante o texto da lei, melhor, perante factos, há que fazer algo pelo concelho e pelas pessoas....que não passe só pelo simples passar tempo, gastar latim e iludir as pessoas com um pressuposto qualquer que não se entende!
Tratam-se de pessoas......
Que hajam divergências politicas, entendo....mas que hajam interpretações da lei tão desviantes, de tal forma que o sumo que sai é...o que está à vista....nada!  Medidas concretas....nenhuma! 
Pior...o não fazer nada pressupõe que possam haver mais do que uma freguesia a ser extinta/agregada, isso é que tem que ser dito com clareza às pessoas!

De onde não sai sumo....sai apenas.....a proposta que o PS apresentou em assembleia municipal é ilegal....por favor....ilegal como e porquê?!? Jazuz!

Aqui fica a lei para o caso de alguém necessitar dar uma "vista de olhos"!


lei nº22/2012 - reorganização administrativa territorial autárquica

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Os Azeitonas - Anda Comigo ver os Aviões




Anda comigo ver os aviões levantar voo
A rasgar as nuvens
Rasgar o céu
Anda comigo ao porto de leixões ver os navios
A levantar ferro
A rasgar o mar
Um dia eu ganho a lotaria
Ou faço uma magia
Mas que eu morra aqui
Mulher tu sabes o quanto eu te amo,
O quanto eu gosto de ti
E que eu morra aqui
Se um dia eu não te levo à América
Nem que eu leve a América até ti
Anda comigo ver os automóveis à avenida
A rasgar nas curvas
A queimar pneus
Um dia vamos ver os foguetões levantar voo
A rasgar as nuvens
Rasgar o céu...
Um dia eu ganho o totobola
Ou pego na pistola
Mas que eu morra aqui
Mulher tu sabes o quanto eu te amo
O quanto eu gosto de ti
E que eu morra aqui
Se um dia eu não te levo à lua
Nem que eu roube a lua,
Só para ti
Um dia eu ganho o totobola
Ou pego na pistola
Mas que eu morra aqui
Mulher tu sabes o quanto eu te amo
O quanto eu gosto de ti
E que eu morra aqui
Se um dia eu não te levo à América
Nem que eu leve a América até ti

quinta-feira, 26 de abril de 2012

...Siga!

" O verdadeiro método, quando se tem homens sob as nossas ordens, consiste em utilizar o avaro e o tolo, o sábio e o corajoso, e em dar a cada um a responsabilidade adequada. "


SUN TZU

‎"O homem livre é aquele que não receia ir até ao fim da sua razão."





Assembleia Municipal de Salvaterra de Magos
25 Abril de 2012

Senhor Presidente da Assembleia Municipal
Senhora Presidente da Câmara Municipal
Senhoras e Senhores Deputados Municipais
Senhora e Senhores Vereadores
Munícipes

Ao estado a que chegamos! Ao estado a que chegamos!
Salgueiro Maia há trinta e oito anos foi muito claro para os seus homens…
"Meus senhores, como todos sabem, há diversas modalidades de Estado. Os estados sociais, os corporativos e o estado a que chegámos. Ora, nesta noite solene, vamos acabar com o estado a que chegámos! De maneira que, quem quiser vir comigo, vamos para Lisboa e acabamos com isto. Quem for voluntário, sai e forma. Quem não quiser sair, fica aqui!"
O estado a que chegámos leva-nos hoje, não a prestar homenagem a nenhum capitão de abril, mas sim a homenagear os mais de quatro mil presidentes de junta, em especial aos presidentes de junta do nosso concelho representantes de todos os munícipes do concelho.
Só quem não conhece o País real pode tratar os presidentes de junta (e neles todos os portugueses) com a falta de respeito que têm sido tratados.
Decidir, pressupõe conhecimento, determinação, capacidade de planeamento e de acção. Pressupõe definir os destinatários das políticas públicas, propor objectivos, proceder à sua implementação e avaliar em que medida estes objectivos foram atingidos, mas acima de tudo, pressupõe trabalhar para as pessoas e em função delas.
Trabalhar para as pessoas, não passa hoje de simples retórica na boca dos decisores, para ser mais concreto, desta direita que nos desgoverna, pior... que nos governa de forma desastrosa, diria mesmo... ruinosa, porque este desgoverno não é ausência do mesmo, mas um governo que nos leva pelo principio do fim...! Passou a valer tudo, custe o que custar! O estado a que chegámos hoje é este! …vale tudo, custe o que custar!
Trinta e oito anos depois (com as devidas comparações) chegámos novamente ao ponto a que chegámos!
O ponto a que chegámos, não deixa espaço para rodeios! Daqui dizemos à direita que nos governa, ou melhor desgoverna, que chega! Basta! Mas também dizemos à esquerda que se opõem a nós que não nos enganámos no adversário! Assumimos todas as nossas responsabilidades, todas! A começar pelas decisões menos corretas.
Honramos o nosso passado e não nos enganámos no adversário!
A direita hoje ajusta contas com o 25 de Abril (desmantelando o estado social, destruindo o serviço nacional de saúde, a escola pública e o sistema de segurança social) e a esquerda mais à esquerda, continua a ajustar contas com o PS.
Só resistindo àqueles que nos dizem que só há um caminho, estaremos a trabalhar para as pessoas. Há um outro caminho, há sempre um outro caminho...ou haverá sempre "o" caminho!
O contexto de hoje é outro, mas uma certeza tenho “o povo unido jamais será vencido”, “que mesmo na noite mais triste/em tempo de servidão/há sempre alguém que resiste/há sempre alguém que diz não” ao estado a que chegámos!
Porque o dia de hoje não é de felicidade, mas sim de tristeza…porque Abril não é a mesma coisa sem os Capitães, sem Soares e Alegre…
Termino com as palavras dos Capitães (da Associação 25 de Abril)…
Neste momento difícil para Portugal, queremos, pois:
1. Reafirmar a nossa convicção quanto à vitória futura, mesmo que sofrida, dos valores de Abril no quadro de uma alternativa política, económica, social e cultural que corresponda aos anseios profundos do Povo português e à consolidação e perenidade da Pátria portuguesa.
2. Apelar ao Povo português e a todas as suas expressões organizadas para que se mobilizem e ajam, em unidade patriótica, para salvar Portugal, a liberdade, a democracia. 
Viva Portugal!

O deputado municipal
(líder da bancada socialista na Assembleia Municipal)
(Nuno Mário Antão)

sábado, 21 de abril de 2012

análise do poema "tudo o que eu faço" - Fernando Pessoa



Ao ler esta análise ocorre-me que tantos de nós se revê nestas palavras, neste sentimento, nesta forma de ser e estar......





análise do poema "tudo o que eu faço"


Pessoa foi considerado por muitos como um insincero verídico. O mesmo é dizer que muitos o viram como alguém que fingia tudo o que dizia, enquanto poeta. É o próprio Pessoa que o confirma quando nos diz "o poeta é um fingidor". Mas na realidade, até que ponto ele fingia nos seus poemas, sobretudo naqueles em que transparecia uma maior emoção?

O poema "Tudo que faço ou medito..." é um poema que cai na poesia ortónima, ou seja, escrita no próprio nome de Fernando Pessoa. Trata-se igualmente de uma poesia tardia, de 1933, dois anos antes da sua morte. É peculiar no todo da obra ortónima por ser mais emotiva do que de costume. É bem verdade que Pessoa se mutilava em favor dos seus heterónimos, para que no fim - como ele próprio dizia - restar ele próprio, simples e sem interesse. Não será bem assim, pois em alguns momentos a poesia ortónima atinge graus de grande génio, mas nunca é tão coerente e consistente como as poesias dos heterónimos.

Passando à análise do poema em questão:

Tudo que faço ou medito
Fica sempre na metade
Querendo, quero o infinito.
Fazendo, nada é verdade.

A poesia ortónima Pessoana segue algumas regras. A saber: estados negativos e depressivos, presença de uma constante auto-análise e reflexão fria e racional perante o presente e o passado, uso abundante de símbolos e paradoxos que passam uma ideia de desespero e de futilidade de viver e agir.

Na primeira quadra (a poesia ortónima usa predominantemente quadras e versos curtos), Pessoa fala sobre os seus sonhos e desejos. Dono de uma imaginação delirante e febril, Pessoa tinha sempre mil projectos a correr simultaneamente. Mas ele diz-nos que "Tudo o que faço ou medito / Fica sempre na metade" - ou seja, dos seus projectos nada se realiza por inteiro, por a realidade nunca se encontrar com os seus desejos. "Querendo quero o infinito / Fazendo, nada é verdade" - os seus projectos não se realizam, confirma-se o que dissemos antes.

Que nojo de mim me fica
Ao olhar para o que faço!
Minha alma é lúdica e rica,
E eu sou um mar de sargaço —

A segunda quadra é a mais emocional. Perante o desespero de não conseguir nunca realizar os seus projectos, fica-lhe um sentimento de vazio e de inutilidade. Veja-se como, usando uma linguagem simples mas expressiva, Pessoa passa o que lhe vai na alma. "Que nojo de mim me fica / Ao olhar para o que faço!". "Minha alma é lúdica e rica / E eu sou um mar de sargaço" - ou seja, ele sente a sua grande imaginação, a quantidade infinita de ideias e de pensamentos que nele abundam, mas ele próprio, a sua vida real, é um mar de sargaço, ou seja, um mar de algas espessas, que prendem o movimento, que impedem que ele caminha e avance. É uma metáfora de grande beleza que dá a entender ao leitor o estado de desespero do poeta.

Um mar onde bóiam lentos
Fragmentos de um mar de além...
Vontades ou pensamentos?
Não o sei e sei-o bem.

É o mar de sargaços um mar onde boiam pedaços de um mar de além. Que mar é este? Trata-se porventura de um mar distante e diáfano, um mar irreal, mas livre e desimpedido, onde os sonhos de Pessoa não o prenderiam mas antes o fariam seguir em frente, onde tudo o que ele imagina podia ser real. Mas ele questiona-se - "vontades ou pensamentos? / Não o sei e sei-o bem". É muito Fernando Pessoa este final, paradoxal e intrigante. O que ele nos diz é que mesmo esse mar de além, essa futuro irreal, pode ser uma ilusão, só a sua vontade de querer ter os seus sonhos. Ele diz saber a resposta ao mesmo tempo que a desconhece, isto porque confia no Destino. Sabe que será impossível que se realizem todos os seus projectos, mas ao mesmo tempo essa impossibilidade é humana, é dentro dele, e fora dele ele não sabe o que poderá acontecer - um milagre, um imprevisto, um plano superior...? Pessoa deixa ao futuro a resposta para a sua angústia presente.


quinta-feira, 5 de abril de 2012

Curiosidades..... - agradar a gregos e troianos -


Agradar a todos, mesmo a pessoas com características muito diferentes; agradar a dois partidos opostos.

Origem: Páris, príncipe troiano, raptou Helena, rainha grega, esposa de Menelau
Gregos e troianos envolveram-se em violenta guerra. O conflito durou dez anos e terminou com a destruição
deTróia. A vitória dos gregos foi possível graças a Odisseu, que teve a ideia de construir o célebre cavalo de Tróia.

Por esta história se conclui que agradar a gregos e troianos é uma tarefa difícil, mesmo impossível.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Campanha de Angariação de Sócios...

Vamos ajudar a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Salvaterra de Magos, e esta, será uma forma fácil .....
.....torne-se sócio e pague as suas quotas!






Basta preencher e enviar o formulário que consta no site dos Bombeiros - Faça-se sócio -


Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Salvaterra de Magos


Contamos consigo!



segunda-feira, 19 de março de 2012

Rita Guerra

DEVE CHAMAR TRISTEZA

"Deve chamar-se tristeza 
Isto que não sei que seja 
Que me inquieta sem surpresa 
Saudade que não deseja. 
Sim, tristeza - mas aquela 
Que nasce de conhecer 
Que ao longe está uma estrela 
E ao perto está não a Ter. 

Seja o que for, é o que tenho. 
Tudo mais é tudo só. 
E eu deixo ir o pó que apanho 
De entre as mãos ricas de pó."

Fernando Pessoa

Guia-me a Só a Razão

Guia-me a só a razão. 
Não me deram mais guia. 
Alumia-me em vão? 
Só ela me alumia. 

Tivesse quem criou 
O mundo desejado 
Que eu fosse outro que sou, 
Ter-me-ia outro criado. 

Deu-me olhos para ver. 
Olho, vejo, acredito. 
Como ousarei dizer: 
«Cego, fora eu bendito» ? 

Como olhar, a razão 
Deus me deu, para ver 
Para além da visão — 
Olhar de conhecer. 

Se ver é enganar-me, 
Pensar um descaminho, 
Não sei. Deus os quis dar-me 
Por verdade e caminho. 

Fernando Pessoa, in "Cancioneiro"

Bela música!

sexta-feira, 16 de março de 2012

Pensamento...

Quando se gosta de ser como é...
Quando se gosta de fazer o que se faz e como se faz....
Para quê mudar?!?
O que nos move para a mudança....?!?!?
Pouco mais que nada, grande parte das vezes....gosta-se por demais do bajulamento, que andem atrás, que "gostem" de nós, que metam conversa, que comentem.... pois é....
....e quando assim é....costuma-se dizer.....cada um tem o que quer....e mais.....o que merece, pelos vistos!
Bem haja....e boa continuação e sorte!!!!!!!!!!!!!

Coldplay - Paradise

Curiosidades.....Bluetooth!!!!!!






O nome Bluetooth é uma homenagem ao rei da Dinamarca e Noruega Harald Blatand - em inglês Harold Bluetooth (traduzido como dente azul, embora em dinamarquês signifique de tez escura). Blåtand é conhecido por unificar as tribos norueguesas, suecas e dinamarquesas. Da mesma forma, o protocolo procura unir diferentes tecnologias, como telefones móveis e computadores.
O logotipo do Bluetooth é a união das runas nórdicas  (Hagall) e (Berkanan) correspondentes às letras H e B no alfabeto latino.
HAGALL:
BERKANAN: 



quarta-feira, 14 de março de 2012

Curiosidades... Hino de Portugal!


Certamente que muitos não sabem que o nosso hino original era diferente e que mesmo apesar das alterações que é maior do que vulgarmente se ouve e canta! 


A Portuguesa, proibida pelo regime monárquico, que originalmente tinha uma letra um tanto ou quanto diferente (mesmo a música foi sofrendo algumas alterações) — onde hoje se diz "contra os canhões", dizia-se "contra os bretões", ou seja, os ingleses — veio substituir o Hymno da Carta, então o hino nacional desde Maio de 1834.
Em 1956 existiam no entanto várias versões do hino, não só na linha melódica, mas também nas instrumentações, especialmente para banda, pelo que o governo nomeou uma comissão encarregada de estudar uma versão oficial de A Portuguesa. Essa comissão elaborou uma proposta que seria aprovada em Conselho de Ministros a 16 de Julho de 1957, mantendo-se o hino inalterado deste então.


Data: 1890 (versão original)
Letra: Henrique Lopes de Mendonça
Música: Alfredo Keil
I
Herois do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memoria,
Oh patria ergue-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela patria lutar!
Contra os Bretões
marchar, marchar!

II
Desfralda a invicta bandeira,
À luz viva do teu céo!
Brade a Europa à terra inteira:
Portugal não pereceu!
Beija o teu sólo jucundo
O Oceano, a rugir de amor;
E o teu braço vencedor
Deu mundos novos ao mundo!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela patria lutar!
Contra os Bretões
marchar, marchar!

III
Saudai o sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
O sinal do resurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injurias da sorte.

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela patria lutar!
Contra os Bretões
marchar, marchar!

Data: 1890 (com alterações de 1957)
Letra: Henrique Lopes de Mendonça
Música: Alfredo Keil

I
Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões
marchar, marchar!

II
Desfralda a invicta bandeira
À luz viva do teu céu!
Brade a Europa à terra inteira:
Portugal não pereceu
Beija o solo teu jucundo
O oceano, a rugir d'amor,
E o teu braço vencedor
Deu novos mundos ao Mundo!

Às armas, às armas!
Sobre a terra e sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões
marchar, marchar!

III
Saudai o Sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
O sinal de ressurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injúrias da sorte.

Às armas, às armas!
Sobre a terra e sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões
marchar, marchar!